A Prefeitura Municipal de Ouro Preto, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia, realizou uma pesquisa sobre o “Perfil do Empreendedor Afro-Indígena de Ouro Preto”, com o objetivo de conhecer e desenvolver políticas públicas que contemplam esse setor da economia.
Dados obtidos
59% dos entrevistados se declaram pretos e 38%, pardos, 3% são indígenas; 87% dos empreendedores possuem entre 24 e 54 anos, sendo que 69% são mulheres; 30% possuem graduação completa e 62% são naturais de Ouro Preto.
De acordo com a pesquisa, os bairros com mais empreendimentos são Antônio Dias e Bauxita, locais em que residem a maior parte dos empreendedores. Metade dos entrevistados são formalizados como Microempreendedores Individuais (MEIs) e 28% atuam na cidade entre 3 e 5 anos. As maior concentração de atividades está em Turismo, Artesanato e Projetos Culturais.
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A coleta das informações ocorreu entre 25 de outubro e 17 de novembro, por meio da aplicação de um questionário online e contou com a participação de 32 pessoas.
“A pesquisa mostra quais ações o poder público municipal deve priorizar para responder às principais demandas dos empreendedores, além de ajudar a avaliar quais iniciativas implementadas desde a criação da Rimpa-OP têm dado resultado”, explicou o Diretor de Economia Criativa e Solidária, Luiz Viana.
A Rede Integrada dos Micros e Pequenos Afroempreendedores de Ouro Preto (Rimpa-OP) foi criada em 2023, após o primeiro levantamento voltado exclusivamente para entender as demandas dos (as) afroempreendedores (as) do município.
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Estudante de jornalismo na Universidade Federal de Ouro Preto e estagiária no Jornal Geraes e na Rádio Real FM.

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