Operação Baco apreende 2 mil litros de bebidas alcoólicas irregulares 

Ontem (6), a  Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) e as Forças de Segurança do estado apresentaram os resultados da terceira fase da Operação Baco, iniciativa coordenada para combater a fabricação e comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas e/ou sem registro junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Ao longo de 30 dias, os órgãos fiscalizadores passaram por 29 estabelecimentos de Belo Horizonte e de cidades da região metropolitana, como: Betim, Contagem e Nova Lima. 

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A operação fiscalizou bares, lojas do Mercado Central e depósitos. Na terceira fase, foram inutilizadas mais de 1,7 mil garrafas, dornas, barris e galões; e quase 2 mil litros de bebidas irregulares foram apreendidas. Além disso, foram lavrados nove autos de infração e cinco termos de apreensão/fiscalização/interdição cautelar.

“Além do material descartado in loco nos locais fiscalizados, há bebidas apreendidas que serão submetidas à análise laboratorial para constatação ou não de uma adulteração, qualquer que seja ela. Essa confirmação é algo que depende do trabalho de perícia”, explicou o superintendente de Integração e Planejamento Operacional da Sejusp, Bernardo Naves.

A ação contou com a participação das polícias Federal, Militar e Civil, além de órgãos como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Receita Federal, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) e a Vigilância Sanitária, empregando um efetivo total de 91 agentes.

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