FIU 2026 encerra programação com estudantes da UFOP

Na última semana, o Festival de Inverno Universitário (FIU) da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) encerrou a edição deste ano, que teve início em junho e ofereceu 50 atividades culturais gratuitas em Ouro Preto, Mariana e João Monlevade. Com o tema “O Sol na cabeça”, o Festival homenageou o compositor Lô Borges e abriu espaço para reflexões sobre emergência climática, justiça ambiental, memória, território e a diversidade da cultura mineira.

O evento contemplou Campus Morro do Cruzeiro, o ICSA, o ICEA, o ICHS, além da Casa Lar, o Cineteatro de Mariana, a Casas de Cultura de Cachoeira do Campo, a Casa de Cultura Negra de Ouro Preto e o Centro de Artes e Convenções da UFOP, contando com a participação de 70 estudantes na produção e realização da programação.

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“Ao longo de três meses intensos de programação, o FIU reafirmou o papel central da universidade como polo produtor e difusor de cultura, conectando a comunidade acadêmica à sociedade e aos territórios da Região dos Inconfidentes”, destaca Cláudia Martins Carneiro, Pró-Reitora de Extensão e Cultura da UFOP.

Os bolsistas atuaram na produção cultural, comunicação, registro audiovisual e fotografia, mídias sociais, design, monitoria, logística e apoio às atividades. Para Pedro Santana, estudante de Artes Cênicas, a experiência possibilitou unir atuação profissional e aprendizado. Durante o festival, ele auxiliou a TV UFOP na captação de imagens das atividades e também ministrou uma oficina de fotografia mobile.

“Filmar as atividades me deixou perto de tudo o que acontecia. Para registrar, eu precisava prestar atenção no que estava rolando e, como eu estava sempre circulando pelas programações, acabei aproveitando bastante das atividades que o festival ofereceu”, conta.

A experiência de extensão também foi destacada por Christian Rodrigues da Silva Junio, estudante de Ciência e Tecnologia de Alimentos, que participou como bolsista de produção. “Poder contribuir com a organização dos espetáculos e das oficinas me proporcionou um novo olhar sobre o que significa ser aluno da UFOP. Essa vivência aumentou minha visão sobre a extensão dentro da universidade e me permitiu conhecer novas pessoas, adquirir experiências e aprender muito além da sala de aula”, destaca.

Cláudia avaliou positivamente a edição: ”Para a equipe organizadora e a gestão da Proex, o balanço final da edição de 2026 revela um amadurecimento estratégico importante na política cultural da UFOP. Conseguimos garantir um festival robusto, democrático e diversificado, que apoiou a produção universitária através das mostras internas e abriu espaço de escuta para artistas e agentes de todo o estado. O compromisso de fazer cultura pública, gratuita e de qualidade na UFOP se confirmou a cada apresentação com casa cheia e a cada oficina realizada”.

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