Alta na construção civil espalha mais de 400 obras por Ouro Preto

Alta na construção civil espalha mais de 400 obras por Ouro Preto

A construção civil em Ouro Preto registra 414 obras ativas, de acordo com dados do Cadastro Nacional de Obras (CNO) da Receita Federal atualizados até o dia 20 de agosto. O levantamento, processado pela plataforma de inteligência de mercado CaptaObras também revela que o município possui 50 canteiros com atividades paralisadas.

O registro no CNO é obrigatório por lei para qualquer construção ou reforma acima de 70 metros quadrados que exija alvará. Por isso, o índice atua como o retrato mais fiel do mercado formal e engloba tanto empreendimentos da iniciativa privada — como casas em condomínios, prédios, lojas comerciais e galpões industriais — quanto obras públicas, não se restringindo a intervenções da Prefeitura.

O panorama de agosto indica uma leve alta no ritmo de novas construções. O volume de canteiros ativos passou de 390 no encerramento do primeiro semestre de 2025 para 394 no mesmo período de 2026, representando um aumento de 1%. Apenas nos 90 dias que antecederam a consolidação de agosto, 12 novas obras foram iniciadas na cidade.

Ao todo, o histórico de Ouro Preto reúne 1.046 registros no sistema do Governo Federal.

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O detalhamento sobre o perfil das construções e a distribuição por bairros tem como referência o relatório anterior da plataforma, fechado em 1º de julho. Naquela data, Ouro Preto possuía 400 construções ativas de um histórico total de 1.022 registros.

Desse montante ativo em julho, o segmento residencial unifamiliar (casas particulares) liderava com 113 obras, seguido por espaços comerciais para salas e lojas (66), residências multifamiliares (57) e galpões industriais (48). O sistema apontava ainda a execução de um edifício de garagens e de um conjunto habitacional popular, além de 114 estruturas sem destinação informada.

Além das 400 obras em andamento e das 50 paralisadas, o balanço de julho detalhava 536 estruturas já encerradas, 30 nulas e seis suspensas.

Na distribuição geográfica, o Centro e o distrito de Miguel Burnier concentravam o maior número de intervenções ativas, com 29 canteiros cada. A lista segue com o bairro Bauxita (22), a Zona Rural (com 28 registros somados no sistema), Amarantina (10), Antônio Pereira (9) e Lagoa (7).

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