Após a repercussão da agressão sofrida por uma pedagoga da Escola Municipal Dom Oscar de Oliveira, em Mariana, o prefeito Juliano Duarte se manifestou publicamente sobre o caso e divulgou novos detalhes da ocorrência, registrada durante a festa junina da unidade escolar, realizada no último dia 27 de junho.
Segundo o prefeito, a confusão começou quando a profissional chamou a atenção de uma aluna do 7º ano por ter furado a fila durante a quadrilha. De acordo com o relato, a estudante reagiu agredindo a pedagoga com puxões de cabelo e socos.
Ainda conforme Juliano Duarte, a festa foi encerrada imediatamente após o ocorrido. A Polícia Militar foi acionada, um boletim de ocorrência foi registrado e o secretário municipal de Educação, Fabrício Bicalho, acompanhou a servidora até a delegacia.
O prefeito informou que o Conselho Tutelar também foi acionado e que a Secretaria Municipal de Educação adotou as medidas administrativas relacionadas ao caso.
Entre as providências anunciadas está a transferência da estudante para outra unidade de ensino. Além disso, a administração municipal informou que disponibilizará acompanhamento psicológico para a aluna e que a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social acompanhará a família.
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Segundo Juliano Duarte, o secretário de Educação também esteve na escola após o episódio, onde se reuniu com professores, direção e estudantes para tratar da situação.
Em nota divulgada nas redes sociais, o prefeito afirmou que a administração municipal não irá tolerar episódios de violência contra servidores públicos, especialmente dentro das escolas.
“Como prefeito, eu não vou aceitar violência contra servidor público, principalmente contra quem trabalha todos os dias dentro das nossas escolas. Quem cuida da educação dos nossos alunos precisa ser respeitado e protegido”, declarou.
O prefeito acrescentou que a pedagoga segue recebendo acompanhamento da Prefeitura e que todas as providências cabíveis continuam sendo adotadas. O caso agora segue sob apuração das autoridades competentes.
A agressão também motivou manifestações de repúdio por parte do Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos Municipais de Mariana (Sindserv) e da própria Secretaria Municipal de Educação, que classificaram o episódio como grave e reafirmaram apoio à profissional.
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